Friday, July 3, 2009
Thursday, June 18, 2009
Mostra Tiago Pereira - Festas da Cidade - Cinema S.Jorge
A mostra reúne 12 filmes, uma vídeo-performance em tempo-real e uma conferência com a presença do realizador. A selecção de filmes apresenta algumas das explorações de Tiago Pereira ao conceito de tradição e às origens da memória colectiva. Incidindo sobre noções de popular, etnografia, e de património imaterial o seu trabalho desafia as convenções formais do cinema e do género documentário, procurando deste modo, criar várias impressões sobre o material recolhido. Os trabalhos apresentados manifestam uma actualização do tradicional alterando a sua natureza para uma noção dinâmica, transmissível e transformadora. O processo criativo de Tiago Pereira revela uma produção insistente de narrativas não lineares, que se dirigem para uma reconciliação da memória contemporânea. Devolver a música ao espaço público da sociedade é uma forma de lembrar a urgência de alfabetizar a memória do futuro. O cruzamento interdisciplinar de ferramentas digitais, frequentemente utilizadas por vjs e performers audiovisuais, com processos artísticos característicos da música tradicional e electrónica, permite a Tiago Pereira desenvolver uma linguagem visual original e estabelecer uma comunicação inovadora entre o passado e o presente.
Programa
24 de Junho
às 22h
B-Fachada Tradição Oral Contemporânea, 2008 (DV, 52’)
Intervalo
Mandragora Officinarum, 2009 (vídeo performance em tempo-real, 40’) www.avmandrake.blogspot.com
25 de Junho
às 22h
Pró Memória – Os Sonotigadores, 2008 (DV, 25’)
Foklore 1, 2008 (DV, 11’)
Manda Adiante, 2007 (DV, 25’)
Intervalo
Pró Memória – Disparem à Vontade, 2005 (DV, 15’)
Meta, 2005 (DV, 25’)
Pró Memória – Povoadores do Tempo, 2004 (DV, 18’)
Foklore 2 – Regadinho, 2008 (DV, 5’)
26 de Junho
às 22h
Pró Memória – Arte da Memoria, 2004 (DV, 15’)
Foklore 3 – Calizio, 2009 (DV, 11’)
11 Burros Caem no Estômago Vazio, 2006 (DV, 26’)
Arritmia, 2007 (DV, 44’)
30 de Junho
às 18h
conferência Rural versus Urbano
O trabalho do realizador e visualista Tiago Pereira incide sobre a riqueza cultural portuguesa. A dicotomia entre contemporâneo e rural muitas vezes reveladas nas suas obras, reúne dinâmicas que permitem analisar e reflectir sobre processos de construção de identidade nas comunidades que nos rodeiam. As recolhas etnográficas que realiza, são objectos fundamentais porque reveladoras do grau de impermanência da sua cultura. Em termos de memorização, o seu trabalho mostra como é necessário documentar porque a população está a modificar-se, pelo contacto de culturas ou porque a tradição se vai perdendo. No entanto, é preciso ver a tradição como um fenómeno dinâmico e sofisticado, e a transformação de hábitos e valores como um aspecto saudável da sociedade contemporânea. Esta conferência irá reflectir sobre novas correntes de pensamento criativo, os impactos que as linguagens visuais têm vindo a produzir na aquisição de conhecimento, e nos processos de representação envolvidos na construção de identidade colectiva, num país com um interior cada vez mais desertificado e um litoral acentuadamente sobrepopulado.
Programa
24 de Junho
às 22h
B-Fachada Tradição Oral Contemporânea, 2008 (DV, 52’)
Intervalo
Mandragora Officinarum, 2009 (vídeo performance em tempo-real, 40’) www.avmandrake.blogspot.com
25 de Junho
às 22h
Pró Memória – Os Sonotigadores, 2008 (DV, 25’)
Foklore 1, 2008 (DV, 11’)
Manda Adiante, 2007 (DV, 25’)
Intervalo
Pró Memória – Disparem à Vontade, 2005 (DV, 15’)
Meta, 2005 (DV, 25’)
Pró Memória – Povoadores do Tempo, 2004 (DV, 18’)
Foklore 2 – Regadinho, 2008 (DV, 5’)
26 de Junho
às 22h
Pró Memória – Arte da Memoria, 2004 (DV, 15’)
Foklore 3 – Calizio, 2009 (DV, 11’)
11 Burros Caem no Estômago Vazio, 2006 (DV, 26’)
Arritmia, 2007 (DV, 44’)
30 de Junho
às 18h
conferência Rural versus Urbano
O trabalho do realizador e visualista Tiago Pereira incide sobre a riqueza cultural portuguesa. A dicotomia entre contemporâneo e rural muitas vezes reveladas nas suas obras, reúne dinâmicas que permitem analisar e reflectir sobre processos de construção de identidade nas comunidades que nos rodeiam. As recolhas etnográficas que realiza, são objectos fundamentais porque reveladoras do grau de impermanência da sua cultura. Em termos de memorização, o seu trabalho mostra como é necessário documentar porque a população está a modificar-se, pelo contacto de culturas ou porque a tradição se vai perdendo. No entanto, é preciso ver a tradição como um fenómeno dinâmico e sofisticado, e a transformação de hábitos e valores como um aspecto saudável da sociedade contemporânea. Esta conferência irá reflectir sobre novas correntes de pensamento criativo, os impactos que as linguagens visuais têm vindo a produzir na aquisição de conhecimento, e nos processos de representação envolvidos na construção de identidade colectiva, num país com um interior cada vez mais desertificado e um litoral acentuadamente sobrepopulado.
Sunday, May 31, 2009
Eco Andanças
2007 Filme para apresentar o Eco Andanças aos Voluntários
ECO Andanças from Tiago Pereira on Vimeo.
2007 Filme feito em 4 horas, para explicar o Eco Andanças aos Voluntários do Festival.
Friday, May 22, 2009
Wednesday, April 15, 2009
Friday, April 3, 2009
Thursday, March 26, 2009
Etnoartista bem longe do académico
Recolhas sobre o rio Mondego from Tiago Pereira on Vimeo.
Numa mostra ou num debate, uma hora e vinte minutos depois alguém vai perguntar que tipo de perguntas faço, ou que modelos utilizo, ou de que forma me dirijo às pessoas... dez minutos depois vão olhar para mim sem interesse, os meu métodos não correspondem, não sou de forma nenhuma um cientista, faço filmes ou objectos visuais sobre a memória, mas sobre a memória das pessoas, dantes não achava importante mostrar as recolhas em bruto, achava que não tinha interesse, só poderia servir os académicos ou os cientistas! Agora cada vez mais acho basilar mostrar os brutos do meu trabalho, as linhas com que se cozem as coisas... Os processos, não é de facto um processo fácil, todo o percurso artistico começa exactamente aí, na forma como se fala com as pessoas, como se coloca a câmara na mão e na postura, utilizada a filmar, o tripé só distancia as pessoas, pois torna quem faz a recolha pouco humano, as pessoas precisam de sentir que a camâra não é um objecto de poder, antes pelo contrário diminui a pessoa que filma, torna-a quebrante, cansada, esmagada pelo peso do seu trabalho, cada vez se torna mais humana, têm uma câmara mas cansa se tal e qual como o trabalho no mar ou no campo. Depois é preciso cortar os queixumes, ser conciso nas histórias que se quer ouvir, são histórias na primeira pessoa, não descrevem, contam. A experiência em Coimbra foi dura, 15 dias 25 horas, de manha á noite, km de carro, sem preparação, á descoberta...
as o trabalho sério vem sempre depois e corta se logo metade, por isso estes documentos em bruto, podem mesmo só servir os curiosos ou os estudiosos, porque às vezes e quase sempre nem as pessoas têm tanta dignidade no bruto, como na montagem final.
Tuesday, March 10, 2009
Video Clip Joana Machado
Faço filmes para não esquecer. A necessidade de documentar é maior que tudo. Eu faço filmes sobre a memória.
Monday, March 9, 2009
Folk Lore 3 - Calizio
O video magazine das recolhas e da tradição popular portuguesa desta vez numa versão mais arriscada e desafiadora, onde estão as fronteiras? O interessante é que a partir de um objecto dificil discutem se coisas simples. O Calizaio é um calaão usado na serra do Caramulo e torna se cada vez mais imperativo descobrir estas coisas e mostra las de uma forma cada vez mais ousada.
Calizio:
FOLK-LORE 3- Calizio from Tiago Pereira on Vimeo.
Calizio:
FOLK-LORE 3- Calizio from Tiago Pereira on Vimeo.
Thursday, March 5, 2009
Sunday, February 15, 2009
Wednesday, January 14, 2009
O FIM DE CHUCHURUMEL - As consequências evidentes
Chuchurumel vírgula ponto final
Chuchurumel encontrou o ponto final. Cerca de cinco anos e meio volvidos desde o seu nascimento, chegou ao fim esta aventura de divulgação e promoção da música tradicional portuguesa. Para trás ficam dezenas de horas de recolhas, diversas oficinas de formação sobre instrumentos tradicionais portugueses, espectáculos originais criados para determinadas circunstâncias, centenas de concertos no país e no estrangeiro (do Jarmelo a Frádigas, do CCB à Casa da Música) e dois discos editados: "no castelo de Chuchurumel"(2005) e "Posta-Restante"(2007). Para a frente continuam as carreiras artísticas dos dois músicos do grupo: Julieta Silva integrada no grupo Diabo a Sete e César Prata com o seu novo projecto "trinta por uma linha", espectáculo e disco a apresentar em Maio de 2009. Para todos aqueles que ao longo destes anos nos apoiaram e acarinharam fica o nosso mais sincero bem-haja.
Com isto se adivinha o futuro negro, com o folk saltitante a singrar cada vez mais, com bandas que reproduzem mal os nossos amigos irlandeses, franceses e belgas, o panorama da musica portuguesa de cariz tradicional, a sério, com uma posição firme baseada na pesquisa, recolha e futura desconstrução está mau e pobre. Tenho muita pena que um grupo como Chuchurumel tenha acabado. A tradição transmitia se com eles de facto... Que sirvam de exemplo para que se entenda de uma vez, que a velha na parede de xisto, com um boneco na mão igual ao giacometti, no qual espeta agulhas, como vudu, quer dizer bem mais do que isso... A posição é clara, há que recolher para destruir, mas é preciso retirar o contexto e simplesmente transmitir. Bom trabalho César e Julieta!
Chuchurumel encontrou o ponto final. Cerca de cinco anos e meio volvidos desde o seu nascimento, chegou ao fim esta aventura de divulgação e promoção da música tradicional portuguesa. Para trás ficam dezenas de horas de recolhas, diversas oficinas de formação sobre instrumentos tradicionais portugueses, espectáculos originais criados para determinadas circunstâncias, centenas de concertos no país e no estrangeiro (do Jarmelo a Frádigas, do CCB à Casa da Música) e dois discos editados: "no castelo de Chuchurumel"(2005) e "Posta-Restante"(2007). Para a frente continuam as carreiras artísticas dos dois músicos do grupo: Julieta Silva integrada no grupo Diabo a Sete e César Prata com o seu novo projecto "trinta por uma linha", espectáculo e disco a apresentar em Maio de 2009. Para todos aqueles que ao longo destes anos nos apoiaram e acarinharam fica o nosso mais sincero bem-haja.
Com isto se adivinha o futuro negro, com o folk saltitante a singrar cada vez mais, com bandas que reproduzem mal os nossos amigos irlandeses, franceses e belgas, o panorama da musica portuguesa de cariz tradicional, a sério, com uma posição firme baseada na pesquisa, recolha e futura desconstrução está mau e pobre. Tenho muita pena que um grupo como Chuchurumel tenha acabado. A tradição transmitia se com eles de facto... Que sirvam de exemplo para que se entenda de uma vez, que a velha na parede de xisto, com um boneco na mão igual ao giacometti, no qual espeta agulhas, como vudu, quer dizer bem mais do que isso... A posição é clara, há que recolher para destruir, mas é preciso retirar o contexto e simplesmente transmitir. Bom trabalho César e Julieta!
A alfabetização da memória - 10 anos Tiago Pereira
22 a 25 de Janeiro na Fábrica do Braço de Prata – Sala Visconti
Tiago Pereira faz video há 10 anos, trabalha essencialmente na alfabetização da memoria, na necessidade de documentar, preocupado com a tradição oral, e com a ponte geracional faz recolhas video por esse país todo, que depois reconstroi. Alguns dos seus videos ja receberam prémios nacionais e internacionais.
Esta programação visa celebrar os 10 anos da sua actividade, mostrando alguns dos seus filmes e não só, também a sua actividade como vj e video músico e o trabalho de outras pessoas que com ele trabalham ou já trabalharam e que de alguma forma se englobam no seu universo.
PROGRAMAÇÃO
22 Janeiro Quinta feira
18 horas
Videos
Quem canta seus males espanta 9´1998
Vencedor do Prémio: melhor realizador Português- Encontros de Cinema Documental da Malaposta
O que é a Imagem? 10`2001
Projecto Pro memória co realizado com Raquel Castro
A arte da Memória 14`2004
Os povoadores do tempo 15`2004
Disparem à vontade 15`2005
21.30
Conversa com Raquel Castro
Paisagens Sonoras
Filme
Soundwalkers de Raquel Castro
23 Janeiro Sexta feira
18 horas
Videos
11 burros caem no estômago vazio 26`2006
Vencedor do Premio: melhor curta metragem Portuguesa – Doc Lisboa 2006 –
Melhor filme Etnográfico . Dialektus festival Budapest 2007
Meta- 25`2005
Folk-Lore 01 Danças e Igreja 11`2008
Folk-Lore 02 Regadinho 5`
22 horas
Bfachada Tradição oral contemporânea 60`2008
Concerto com Bfachada – www.myspace.com/bfachada
24 Janeiro Sábado
18 horas
Videos
Manda Adiante 25`2007
Sonotigadores de tradições 25´2003
Vencedor do Grande premio Ovar Video 2003
Ao alcance de todos 25`2008
Aniki na Casa 52`2008
22 horas
Conversa com membros da Associação Pe de xumbo e Alexandre Matias da Associação Tradballs
Arritmia 44`2007
Baile Concerto – OMIRI
www.myspace.com/omirisound
25 Janeiro Domingo
15 horas
Mesa redonda – As recolhas videográficas e a arte contemporânea
Tiago Pereira
José Barbieri
Domingos Morais
Apresentação do projecto MEMORIAMEDIA por José Barbieri
www.memoriamedia.net
A alfabetização da memória - 10 anos Tiago Pereira
22 a 25 de Janeiro na Fábrica do Braço de Prata – Sala Visconti
Tiago Pereira faz video há 10 anos, trabalha essencialmente na alfabetização da memoria, na necessidade de documentar, preocupado com a tradição oral, e com a ponte geracional faz recolhas video por esse país todo, que depois reconstroi. Alguns dos seus videos ja receberam prémios nacionais e internacionais.
Esta programação visa celebrar os 10 anos da sua actividade, mostrando alguns dos seus filmes e não só, também a sua actividade como vj e video músico e o trabalho de outras pessoas que com ele trabalham ou já trabalharam e que de alguma forma se englobam no seu universo.
PROGRAMAÇÃO
22 Janeiro Quinta feira
18 horas
Videos
Quem canta seus males espanta 9´1998
Vencedor do Prémio: melhor realizador Português- Encontros de Cinema Documental da Malaposta
O que é a Imagem? 10`2001
Projecto Pro memória co realizado com Raquel Castro
A arte da Memória 14`2004
Os povoadores do tempo 15`2004
Disparem à vontade 15`2005
21.30
Conversa com Raquel Castro
Paisagens Sonoras
Filme
Soundwalkers de Raquel Castro
23 Janeiro Sexta feira
18 horas
Videos
11 burros caem no estômago vazio 26`2006
Vencedor do Premio: melhor curta metragem Portuguesa – Doc Lisboa 2006 –
Melhor filme Etnográfico . Dialektus festival Budapest 2007
Meta- 25`2005
Folk-Lore 01 Danças e Igreja 11`2008
Folk-Lore 02 Regadinho 5`
22 horas
Bfachada Tradição oral contemporânea 60`2008
Concerto com Bfachada – www.myspace.com/bfachada
24 Janeiro Sábado
18 horas
Videos
Manda Adiante 25`2007
Sonotigadores de tradições 25´2003
Vencedor do Grande premio Ovar Video 2003
Ao alcance de todos 25`2008
Aniki na Casa 52`2008
22 horas
Conversa com membros da Associação Pe de xumbo e Alexandre Matias da Associação Tradballs
Arritmia 44`2007
Baile Concerto – OMIRI
www.myspace.com/omirisound
25 Janeiro Domingo
15 horas
Mesa redonda – As recolhas videográficas e a arte contemporânea
Tiago Pereira
José Barbieri
Domingos Morais
Apresentação do projecto MEMORIAMEDIA por José Barbieri
www.memoriamedia.net
Tiago Pereira faz video há 10 anos, trabalha essencialmente na alfabetização da memoria, na necessidade de documentar, preocupado com a tradição oral, e com a ponte geracional faz recolhas video por esse país todo, que depois reconstroi. Alguns dos seus videos ja receberam prémios nacionais e internacionais.
Esta programação visa celebrar os 10 anos da sua actividade, mostrando alguns dos seus filmes e não só, também a sua actividade como vj e video músico e o trabalho de outras pessoas que com ele trabalham ou já trabalharam e que de alguma forma se englobam no seu universo.
PROGRAMAÇÃO
22 Janeiro Quinta feira
18 horas
Videos
Quem canta seus males espanta 9´1998
Vencedor do Prémio: melhor realizador Português- Encontros de Cinema Documental da Malaposta
O que é a Imagem? 10`2001
Projecto Pro memória co realizado com Raquel Castro
A arte da Memória 14`2004
Os povoadores do tempo 15`2004
Disparem à vontade 15`2005
21.30
Conversa com Raquel Castro
Paisagens Sonoras
Filme
Soundwalkers de Raquel Castro
23 Janeiro Sexta feira
18 horas
Videos
11 burros caem no estômago vazio 26`2006
Vencedor do Premio: melhor curta metragem Portuguesa – Doc Lisboa 2006 –
Melhor filme Etnográfico . Dialektus festival Budapest 2007
Meta- 25`2005
Folk-Lore 01 Danças e Igreja 11`2008
Folk-Lore 02 Regadinho 5`
22 horas
Bfachada Tradição oral contemporânea 60`2008
Concerto com Bfachada – www.myspace.com/bfachada
24 Janeiro Sábado
18 horas
Videos
Manda Adiante 25`2007
Sonotigadores de tradições 25´2003
Vencedor do Grande premio Ovar Video 2003
Ao alcance de todos 25`2008
Aniki na Casa 52`2008
22 horas
Conversa com membros da Associação Pe de xumbo e Alexandre Matias da Associação Tradballs
Arritmia 44`2007
Baile Concerto – OMIRI
www.myspace.com/omirisound
25 Janeiro Domingo
15 horas
Mesa redonda – As recolhas videográficas e a arte contemporânea
Tiago Pereira
José Barbieri
Domingos Morais
Apresentação do projecto MEMORIAMEDIA por José Barbieri
www.memoriamedia.net
Monday, December 29, 2008
B fachada 9 de Janeiro ZDB
Tiago Pereira e B Fachada apresentam
a Tradição Oral Contemporânea
Num impulso construtivo de análise do processo de tradicionaliza-
ção, um documentarista do tradicional, Tiago Pereira, convida uma
princesa da Pop, B Fachada, à auto-reflexão em torno das noções de
autoria e criação. É este o ponto de partida.
Os dois viajam a um centro da Tradição Oral por excelência com o propósito
de cruzar o processo estético urbano do músico com a criação comunitária rural;
a troca de repertório e de metodologias com as vozes do campo é bem sucedida
e acaba por transcender o projecto inicial. Simultaneamente, uma exploração
visual do imaginário citadino do B Fachada constrói o paralelo entre a criação
colectiva pelo indivíduo da Tradição rural com a criação individual pelo colectivo
da Pop urbana.
A sobreposição da lírica comunitária com a lírica individual, da variação
comunitária com a inovação individual levanta questões de interesse generalizado
— Como é possível que romances comunitários cantados ha quinhentos anos
possam tão explicitamente relacionar-se com canções de autor de há 5 semanas
nos métodos e nos propósitos? Como pode a autoria artesanal urbana ser tão
semelhante à variação rural da Tradição Oral?
B Fachada, Tradição Oral Contemporânea, de Tiago Pereira.
Salvemos o Giacometti da triste desculturalização rural e mostremos-lhe o
frenético comunitário da urbe.
Cascais, 8 de Dezembro de 2008
Bernardo Fachada
.



a Tradição Oral Contemporânea
Num impulso construtivo de análise do processo de tradicionaliza-
ção, um documentarista do tradicional, Tiago Pereira, convida uma
princesa da Pop, B Fachada, à auto-reflexão em torno das noções de
autoria e criação. É este o ponto de partida.
Os dois viajam a um centro da Tradição Oral por excelência com o propósito
de cruzar o processo estético urbano do músico com a criação comunitária rural;
a troca de repertório e de metodologias com as vozes do campo é bem sucedida
e acaba por transcender o projecto inicial. Simultaneamente, uma exploração
visual do imaginário citadino do B Fachada constrói o paralelo entre a criação
colectiva pelo indivíduo da Tradição rural com a criação individual pelo colectivo
da Pop urbana.
A sobreposição da lírica comunitária com a lírica individual, da variação
comunitária com a inovação individual levanta questões de interesse generalizado
— Como é possível que romances comunitários cantados ha quinhentos anos
possam tão explicitamente relacionar-se com canções de autor de há 5 semanas
nos métodos e nos propósitos? Como pode a autoria artesanal urbana ser tão
semelhante à variação rural da Tradição Oral?
B Fachada, Tradição Oral Contemporânea, de Tiago Pereira.
Salvemos o Giacometti da triste desculturalização rural e mostremos-lhe o
frenético comunitário da urbe.
Cascais, 8 de Dezembro de 2008
Bernardo Fachada
.




Sunday, December 28, 2008
Kill Giacometti
Falemos de contradições, um pais onde um homem veio de fora e percorreu o país a pé, carregado com um gravador de mais de 10 kilos para gravar as senhoras, os cantares, os trabalhos e os demais, esse senhor Michel, como diz a Adélia garcia, fez um trabalho memoravel, mas acabou por dar uma ar de coitadinhos dos velhinhos e do país moribundo e triste que ninguem se quer lembrar e que os citadinos tendem a esquecer e a renegar..."Recolher: é folclorico e pimba!" segundo a modernidade em curso.
Ora o Sr Michel fez o mesmo que todos achou que o velhinho era um deus, que cantava tão bem, que não podia ser mexido, que la estava no seu mundinho e deu origem aquela piada que se conta da musica dos "Gaiteiros de Lisboa" que a musica estava sempre fora de tom, porque ia sempre atras do tom da velha que cantava, que obviamente estava fora de tom!
O que quero dizer é; se a velha esta desafinada, que se afine a velha, que não se sacralize o canto e o repertorio e que se mexa na tradição à vontade! por isso mesmo Kill giacometti, vamos respeitar a obra do homem em paz, mas não vamos segui lo como discipulos, vamos é questionar e mudar. Kill giacometti.
Ora o Sr Michel fez o mesmo que todos achou que o velhinho era um deus, que cantava tão bem, que não podia ser mexido, que la estava no seu mundinho e deu origem aquela piada que se conta da musica dos "Gaiteiros de Lisboa" que a musica estava sempre fora de tom, porque ia sempre atras do tom da velha que cantava, que obviamente estava fora de tom!
O que quero dizer é; se a velha esta desafinada, que se afine a velha, que não se sacralize o canto e o repertorio e que se mexa na tradição à vontade! por isso mesmo Kill giacometti, vamos respeitar a obra do homem em paz, mas não vamos segui lo como discipulos, vamos é questionar e mudar. Kill giacometti.
Monday, December 15, 2008
Monday, December 8, 2008
Wednesday, November 12, 2008
Quer que se queira concordar ou não, discutir ou nem por isso, a tradição é transmissão, algo que passa de geração para geração ao longo dos tempos, canções, histórias, danças, etc... Depois essa memoria colectiva individualiza se as vezes numa pessoa só e transforma-se e por isso é mutável e migra... As danças passam de uns sitios para os outros, as cantigas também e adquirem atributos desses mesmos locais e por isso mesmo se canta a mesma musica em sitios diferentes de formas diferentes... Mas que se transmite, transmite, e que a informação passa, passa... Assim fica claro que a tradição definitivamente não é o reportório mas sim a passagem deste e também o seu aumento, com novas variações. O reportório é mais especifico Às musicas do mundo, ao que é essencialmente só isso... A tradição transmite se em todo o lado, desde as grandes cidades ao rural profundo, mas quando chegamos a este novo mundo, o mundo deste novo movimento das danças tradicionais, muito fomentado neste forum, verificamos que esta nova leva de pessoas que dançam e que gostam dos bailes, estão de facto muito mais preocupadas com o reportorio e com o seu conhecimento individual mais do que com a transmissão, senão reparem, segunda feira deparei me com uma situação muito fora do comum, um workshop à porta fechada, desde quando a tradição foi à porta fechada!?
Caminhamos de facto para uma situação em que o conhecimento individual embeleza o ser mais numa perspectiva de acasalamento para o baile, do que em alguem que carrega consigo conhecimentos que lhe interessam transmitir. Porta fechada na tradição oral é quanto a mim a antitese de tudo. O que me leva a concluir que se pretende de facto fazer com as dnças tradicionais, o mesmo que se fez com as danças de salão, torna las um clube de elite. A tradição transmite se... não se barra na entrada! O importante é transmitir, mas foi me dito que as pessoas que frequentavam o workshop, já que pagavam, tinham se no direito de ser incomodadas, o que tem uma certa lógica, num contexto usual de um serviço, nunca na tradição... além disso visto tratar se de um assunto tão especifico, como aprender os passos de uma determinada dança, que não é o mesmo que aprender a dança, tem o professor a obrigação de resolver esta questão, aplicando metodos de ensino que permitam a porta estar aberta e entrarem outras pessoas, sem que as que lá estavam, percam o ritmo ou nivel de ensino... Falamos de tradição não de matematica aplicada... ou aulas de código....
Caminhamos de facto para uma situação em que o conhecimento individual embeleza o ser mais numa perspectiva de acasalamento para o baile, do que em alguem que carrega consigo conhecimentos que lhe interessam transmitir. Porta fechada na tradição oral é quanto a mim a antitese de tudo. O que me leva a concluir que se pretende de facto fazer com as dnças tradicionais, o mesmo que se fez com as danças de salão, torna las um clube de elite. A tradição transmite se... não se barra na entrada! O importante é transmitir, mas foi me dito que as pessoas que frequentavam o workshop, já que pagavam, tinham se no direito de ser incomodadas, o que tem uma certa lógica, num contexto usual de um serviço, nunca na tradição... além disso visto tratar se de um assunto tão especifico, como aprender os passos de uma determinada dança, que não é o mesmo que aprender a dança, tem o professor a obrigação de resolver esta questão, aplicando metodos de ensino que permitam a porta estar aberta e entrarem outras pessoas, sem que as que lá estavam, percam o ritmo ou nivel de ensino... Falamos de tradição não de matematica aplicada... ou aulas de código....
Tuesday, October 14, 2008
KILL GIACOMETTI
Porque os bailes ainda são fechados, porque há quem ainda guarde o saber das danças no bolso das calças, ou das saias, porque ainda não se percebeu que a tradição é transmissão e não sacralização de espaços, velhos ou reportórios, porque ainda se discute o glamour e não a contextualização, porque ainda se está preso aos passos em vez da contextualização, porque ainda se discute as fotos, os videos a superficie e não o conteudo... por tudo isso KILLL GIACOMETTI
FICÇÂO CIENTIFICA ANO 2009 COMO seriamos diferentes se tivessemos gostado sempre de nós...Como seria a musica portuguesa se ela gostasse dela propria... Como seriam os bailes se estivessemos esquecido o preconceito do folklore e tivessemos gostado da nossa dança portuguesa sempre.... KILL GIACOMETTI BREVEMENTE PERANTE VÓS... A nova vaga, as novas danças.... a nova tradição..... VIVAM OS BAILES INICIATICOS....
KILL GIACOMETTI
FICÇÂO CIENTIFICA ANO 2009 COMO seriamos diferentes se tivessemos gostado sempre de nós...Como seria a musica portuguesa se ela gostasse dela propria... Como seriam os bailes se estivessemos esquecido o preconceito do folklore e tivessemos gostado da nossa dança portuguesa sempre.... KILL GIACOMETTI BREVEMENTE PERANTE VÓS... A nova vaga, as novas danças.... a nova tradição..... VIVAM OS BAILES INICIATICOS....
KILL GIACOMETTI
Sunday, October 12, 2008
Entrevista de Tiago Pereira a Pedro Carvalho Costa
A revolução cultural ainda não existiu... o projecto do Pedro é bom, agarra nos dissidentes de tudo, e fala com eles... descobre o que são e o que fazem....
tiago pereira from pedro carvalho costa on Vimeo.
tiago pereira from pedro carvalho costa on Vimeo.
Monday, September 22, 2008
10 anos a dançar sem dançar
Eu não danço, mas como os bailarinos sempre tive montagem automática, lembro me de alturas em que sentia tanto que a montagem saia assim, sem pensar, só intuição tal como os bailadores quando já sabem os passos de cor só vão com a música... e lá rodopiam tipo aquelas bailarinas nas caixas de música... eu não danço mas tenho o espirito do baile, adoro beber cervejas e ver dançar e comentar as moças....
Mas para quem não sabe...
Let s dance from Tiago Pereira on Vimeo.
Mas para quem não sabe...
Let s dance from Tiago Pereira on Vimeo.
Wednesday, September 17, 2008
Anamnesis

anamnesis
II Encontro de Cinema, Som e Tradição Oral
TRÁS-OS-MONTES VIMIOSO
26-27-28 Setembro de 2008
Nesta segunda edição do ANAMNESIS, escolhemos a água como tema de fundo
para o encontro. A nossa origem é líquida, a água é um elemento primordial, fonte
de vida. As analogias são várias. A água transporta em si a memória da
humanidade… os rios foram os berços da humanidade, todas as lendas da criação
provem do universo líquido.
Na programação deste ano privilegiamos este elemento. Em colaboração com a
associação Binaural promovemos uma oficina de recolha e tratamento de sons dos
rios e da importância da água para as populações locais, encaramos o rio Angueira
como a personagem principal e seguimos a sua voz ao longo do vale.
Nas palestras teremos a oportunidade de conhecer o trabalho de investigadores e
promotores que se ocupam de recolhas da tradição oral e da patrimonialização das
paisagens culturais relativas aos cursos de água. O caso do Arq. Nuno Martins do
Parque Patrimonial do Rio Mondego, Vítor Casas investigador e divulgador
incansável da cultura popular do noroeste peninsular, que presentemente se tem
ocupado da memória dos usos humanos dos rios.
Nos filmes programados, voltamo-nos a focar na memória como dispositivo
cinematográfico. Em Balaou de Gonçalo Tocha, uma viagem através do atlântico
serve de apaziguamento para memórias mais dolorosas. Adán Aliaga filma de
forma expressiva a relação entre uma avó e a sua neta e os seus diferentes pontos
de vista sobre a mudança da paisagem no filme a Casa de mi abuela, obra de uma
força poética irresistível.
Proporcionamos também um concerto num cenário fantástico, no castelo medieval
de Algoso que comtempla o Planalto Mirandês dum penhasco inantingivel. Um
concerto com um bardo contemporâneo um cantautor da nova música portuguesa,
Bernardo Fachada que ao vivo musicará os filmes perdidos em super8 dos anos 70
do cineasta amador José Madeira, prestando assim a nossa homenagem a um
trabalho desconhecido de um homem bastante preocupado com a memória. O seu
filme Arroz Negro, sobre as plantações de arroz no Mondego foi vencedor de vários
prémios internacionais em festivais de cinema amador, infelizmente ignorado entre
nós.
Tendo como mote a capacidade anamnésica do cinema, cremos que é urgente
recuperar o que se julgava esquecido, sejam histórias locais, do quotidiano ou
mitos da criação de universos oníricos e longínquos. Neste espaço cabe tudo,
ficção, documentário, animação, vídeo-arte, porque a capacidade de contar
não tem limites, apenas a criatividade limita.
O património imaterial, a memória oral surge mais uma vez com toda a sua
força visual, pois a forma como se conta a história é tão importante como a
história em si. E isso não cabe na história escrita.
Continuamos a acreditar que a imaginação é mais forte que o conhecimento, por
isso oferece estes frutos cinematográficos. Também por essa razão escolhemos um
castelo medieval, numa aldeia do nordeste transmontano para os mostrar, pelos que
aqui vivem, e por aqueles que terão coragem de ousar descobrir a região e os
filmes…
Apesar da memória, do passado e da ancestralidade, não queremos pensar Trás-os-
Montes como um espaço arcaico, queremos pensá-lo e sobretudo praticá-lo como
lugar de futuro, reconhecendo a contemporaneidade do seu passado.
A presente programação é concebida como um processo, um caminho a percorrer.
Não é fechada, procura a partilha e sobretudo a informalidade, quase um sentido
comum, de fazer arte e de viver.
mais informações: www.associartecine.pt
Monday, September 15, 2008
10 anos a descobrir....
Em 2003 meti me na história das recolhas, na musica popular... toda a vida a andei a negar... odiava o popularucho etc...
de repente tudo me caiu na sopa e começei a fazer recolhas e a entrar neste mundo... que ainda anda um pouco lento e as pessoas nele ainda andam a trautear e a cambalear... a prova é a discussão no blog do novo baile português... http://novobaileportugues.rodobalho.com
Mas é giro quando tudo se mistura... e se torna bastante contemporaneo.... é como o andanças... lindo lindo é o que se passa para alem do festival.... as jams video comigo e com os dites34 são a prova viva de como isso resulta e é brutal....
Video Jam - Dites34 & Tiago Pereira from Tiago Pereira on Vimeo.
de repente tudo me caiu na sopa e começei a fazer recolhas e a entrar neste mundo... que ainda anda um pouco lento e as pessoas nele ainda andam a trautear e a cambalear... a prova é a discussão no blog do novo baile português... http://novobaileportugues.rodobalho.com
Mas é giro quando tudo se mistura... e se torna bastante contemporaneo.... é como o andanças... lindo lindo é o que se passa para alem do festival.... as jams video comigo e com os dites34 são a prova viva de como isso resulta e é brutal....
Video Jam - Dites34 & Tiago Pereira from Tiago Pereira on Vimeo.
Wednesday, September 10, 2008
10 anos de versões
Em 2000 voltei de Praga subnutrido, sem casa, sem emprego, sem dinheiro...trabalhava na terra produções as vezes, na pizzaria casanova à noite e ainda montava um video em animação no gingal para o Edgar Pêra. Aluguei uma casa na Vila Sousa na Graça e fui viver para lá com o João Dias; o filme dele das operações SAAL vai estrear dia 9 de Outubro nos cinemas alvalade; tinhamos uma janela com a vista toda e filmavamos o tempo todo que podiamos enquanto iamos e vinhamos do gingal, ele tambem trabalhava com o Pêra, filmavamos.... Eu tinha vindo de Praga, do amor, da minha paixão alucinada... ele tinha vindo da tropa de extremoz no verão.... Faziamos desenhos animados e começamos um video poema... e quando as alforrecas voltaram ao tejo, eles voltaram a Lisboa, um veio da guerra o outro do amor....o video nunca acabava... pois faziamos versões sem fim do mesmo video poema, a versão para as mães, a versão rápida, a versão romantica, etc, etc, eu já tinha uma cassete dv de 1 hora cheia de versões de um filme de 5 minutos...nesse ano passaram todas as versões no avant teatro... na festa do avante...A partir dai começei a descobrir me no video... a ser video autor a sério! A minha amiga Isabel lembrou me dito tudo na coincidencia máxima de nos termos encontrado no Avante... 8 anos depois de eu não ir lá... E como as coincidências não existem...
Thursday, September 4, 2008
10 anos a querer meter o universo nos filmes todos
E quando em 2001 chego a Tondela, ainda antes de fazer o filme do António Quadros... Tinha como principal objectivo fazer o filme dos 25 anos do Trigo Limpo... e pensei pensei e decidi que era uma coisa mágica passava pelos ciclos todos e bla bla tinha os 4 elementos e o tarot tinha que lá estar... Então a partir do boneco gigante do ciclista caramulo, muito conhecido da peregrinação da Expo 98... Concebi um baralho de tarot com os 22 arcanos maiores só sempre com o caramulo ciclista... O Ramiro Guerreiro desenhou e a Adriana Castro pintou... e depois animei as cartas e eleas entraram todas no filme...É o unico filme que não tenho nehuma cópia....
Tuesday, September 2, 2008
10 anos a experimentar e a perguntar
Continuo a provar que o tempo é um vertice....
E em 2005 na continuação das recolhas em trás os montes para o filme dos burros... decido ir ter com os meu amigos músicos; Eduardo Vinhas, Rodrigo Costa e João Osório dos Musgo e pedir-lhes para fazerem música a partir daquelas recolhas... desconstruir antes de alguma vez construir.... Há que se entender que em 2004 foi o meu primeiro contacto a sério com aquele trás os montes profundo... Para um Lisboeta foi mesmo um choque... durante muito tempo pensei que estava noutra país... E logo conhecer a Adélia a Avelina a Beatriz... assim sem preparação... O Meta- surgiu disso tudo da pergunta... o que é que se faz com isto? E como sempre tinha ouvido falar do Domingos Morais, o meu pai conhecia-o há muitos anos e eu tinha andado com um dos filhos dele na escola... Decidi falar com ele e ntrevistá-lo para o filme... E assim muito antes do "11 burros caem no estomago vazio" havia uma versão experimental com muitas das imagens que foram usadas depois... Meta- O que está para além das recolhas? 2005
Meta- from Tiago Pereira on Vimeo.
E em 2005 na continuação das recolhas em trás os montes para o filme dos burros... decido ir ter com os meu amigos músicos; Eduardo Vinhas, Rodrigo Costa e João Osório dos Musgo e pedir-lhes para fazerem música a partir daquelas recolhas... desconstruir antes de alguma vez construir.... Há que se entender que em 2004 foi o meu primeiro contacto a sério com aquele trás os montes profundo... Para um Lisboeta foi mesmo um choque... durante muito tempo pensei que estava noutra país... E logo conhecer a Adélia a Avelina a Beatriz... assim sem preparação... O Meta- surgiu disso tudo da pergunta... o que é que se faz com isto? E como sempre tinha ouvido falar do Domingos Morais, o meu pai conhecia-o há muitos anos e eu tinha andado com um dos filhos dele na escola... Decidi falar com ele e ntrevistá-lo para o filme... E assim muito antes do "11 burros caem no estomago vazio" havia uma versão experimental com muitas das imagens que foram usadas depois... Meta- O que está para além das recolhas? 2005
Meta- from Tiago Pereira on Vimeo.
Monday, September 1, 2008
10 anos a lutar
E em 2006... As coisas mudaram um bocadinho... porque o país é assim, poque as coisas são assim trabalhas 8 anos e de repente ganhas um grande prémio e as pessoas lembram-se que tu existes... mas a história não é só essa em 2003, ganhei o prémio do Ovar video com o primeiro episódio do Pro memoria... E fizeram um artigo sobre a 0=2 numa revista de cinema...
O Miguel Nóvoa da AEPGA, leu, gostou e entrou em contacto connosco e em 2004 estava já a filmar os "11 burros caem no estômago vazio"... que em 2006 lá ganhou o doc lisboa e que me permitiu fazer mais coisas... Mas não mudou muito o filme do mondego continua parado por causa de dinheiro... nada muda e a história para os cabalistas não é senão um repetir de ciclos...
O Miguel Nóvoa da AEPGA, leu, gostou e entrou em contacto connosco e em 2004 estava já a filmar os "11 burros caem no estômago vazio"... que em 2006 lá ganhou o doc lisboa e que me permitiu fazer mais coisas... Mas não mudou muito o filme do mondego continua parado por causa de dinheiro... nada muda e a história para os cabalistas não é senão um repetir de ciclos...
10 longos anos
E em 2001 fui para Tondela fazer video para a ACERT... em setembro na semana do 11 de setembro pediram me para fazer um video para a exposição biográfica do António Quadros... Lembro me que não via a Adriana Castro há muito tempo e ela veio ter comigo, decidimos fazer animação... Não dormiamos, não comiamos, só criavamos e andamos bebados e drogados de criação por uma semana... parecia que pairavamos! Lindo lindo... no dia 11 de setembro tudo nos passou ao lado ... lembro me de repente irmos comer e olharmos para a televisão e não percebermos nada.... Estavamos só naquilo...Nunca mais foi tão assim...
E 10 anos são mesmo muito tempo
E em 2003 abri uma produtora com a Raquel Castro, 0=2, ainda tivemos uma retrospectiva no Ovar video em 2004, faziamos filmes com crianças e velhos... o projecto pro memoria - série de episódios vídeo que misturam a etnografia local com o imaginário infantil; tentando criar uma ponte geracional... foi assim que comecei a fazer recolhas... A ideia era linda, iamos às escolas primarias e ensinavamos as crianças a fazerem desenhos animados sobre os temas das recolhas que já tinhamos feito com os velhinhos... Depois escolhiamos um objecto que seria o fio condutor e as crianças eram tambem actores e a narrativa necessária para colar tudo... Apresentavamos a proposta às camâras municipais...e ainda conseguimos fazer4 episódios.. Mogadouro, Ovar, Famalicão e Leiria... depois a produtora faliu... ficámos a dever dinheiro à segurança social... etc
Ficam aqui os ultimos dois... Os povoadores do tempo em Famalicão e Disparem à vontade em Leiria.http://promemoria.blogs.sapo.pt/
Pro memoria - Episodio 3 e 4 Os povoadores do tempo e Disparem à vontade from Tiago Pereira on Vimeo.
Ficam aqui os ultimos dois... Os povoadores do tempo em Famalicão e Disparem à vontade em Leiria.http://promemoria.blogs.sapo.pt/
Pro memoria - Episodio 3 e 4 Os povoadores do tempo e Disparem à vontade from Tiago Pereira on Vimeo.
Sunday, August 31, 2008
A década
Sim 10 anos de video dão para muita coisa... fiz 9 video clips... para diversas pessoas, julio Pereira, Jaguar, Quadrilha, Chuchurumel, No Mazurka band, Musgo e Uxu kalhus... Concertos ao vivo... 3 retrospectivas, 4 prémios, 3 portugueses um internacional... mais de 10 documentários... 3 filmes experimentais... Tive uma produtora, trabalhei com coreografos contemporâneos, com dança tradicional, fiz filmes com crianças, filmei velhinhos... horas e horas de recolhas... etc etc etc...
e pronto festejo a minha década profissional sózinho. Este ano ja começei 5 filmes, acabei 2 e tenho 3 para acabar até ao fim de outobro... Gozo a minha liberdade de ser autor... e vejo como de facto esta história do tempo ser um vértice é mesmo verdade...
há 10 anos e meio no natal de 1997, filmei com uns amigos um homem que vivia sózinho em Carvalhais... Alentejo... meses mais tarde em setembro gravei um homem que cantava sózinho, numa casa de portas abertas em Odeceixe, o som das concertinas...
Juntei os dois como ainda faço hoje, uma montagem acusmática em que o som não correponde à imagem e nasceu o filme, mal eu sabia que o som ia de ser grande importância para os meus filmes... Quem canta seus males espanta, venceu há 10 anos o premio melhor realizador nos encontros de cinema da Malaposta.... Ainda me lembro vivia em Praga com a Narcisa ela ajudou me a fazer o filme... soubemos do prémio por email....
Quem canta seus males espanta from Tiago Pereira on Vimeo.
e pronto festejo a minha década profissional sózinho. Este ano ja começei 5 filmes, acabei 2 e tenho 3 para acabar até ao fim de outobro... Gozo a minha liberdade de ser autor... e vejo como de facto esta história do tempo ser um vértice é mesmo verdade...
há 10 anos e meio no natal de 1997, filmei com uns amigos um homem que vivia sózinho em Carvalhais... Alentejo... meses mais tarde em setembro gravei um homem que cantava sózinho, numa casa de portas abertas em Odeceixe, o som das concertinas...
Juntei os dois como ainda faço hoje, uma montagem acusmática em que o som não correponde à imagem e nasceu o filme, mal eu sabia que o som ia de ser grande importância para os meus filmes... Quem canta seus males espanta, venceu há 10 anos o premio melhor realizador nos encontros de cinema da Malaposta.... Ainda me lembro vivia em Praga com a Narcisa ela ajudou me a fazer o filme... soubemos do prémio por email....
Quem canta seus males espanta from Tiago Pereira on Vimeo.
Wednesday, August 27, 2008
10 anos de video
parece que não... há 10 anos que faço video a sério... em 1999 apaixonei me e fugi para um pais longiquo... filmava as cartas de tarot na cara das pessoas... atirava baralhos até aos animais no zoo e esperava reacção... via as avestruzes a comerem o louco e a papisa e a torre... encontrava loucos maiores que os arcanos e era feliz... namorava e passeava o cão... naquele parque enorme de praga.... Achava eu que podia fazer um video baralho tarot e perdia me no meio de tanta informação... Mas só queria contar histórias.
Vida mix entre 1999 e 2002 from Tiago Pereira on Vimeo.
Vida mix entre 1999 e 2002 from Tiago Pereira on Vimeo.
Saturday, August 23, 2008
Mondego Software Líquido
Faço filmes porque gosto de pessoas, gosto de saber o que fazem, o que fizeram, sou curioso e cusco por natureza, gosto quando cantam mal e quando se riem... Não sacralizo os velhos, trato todas as pessoas por igual... E quero fazer filmes também sobre os que vivem na cidade e não só sobre a "nossa gente", referindo-nos à tradição oral... Quero contar histórias do futuro e quero falar sobre as moléculas da água que conseguem reter o conhecimento, a sabedoria... Quero ver os rios como software liquido, cheios de histórias da história e de pessoas... O futuro será beber um filme num copo de vinho, por enquanto o meu presente é o rio mondego, cheio de narrativas.... Os rios são de facto de gente, mas são mais que isso ... por tudo isto decidi mudar o nome do meu filme sobre o rio Mondego de "Rio de gente" para "Mondego - Software Liquido".
O Parque Patrimonial do Mondego convidou me a faze-lo e durante um mês e meio, recolhemos, procurámos filmes antigos, fotografias, documentos, fomos a mais de 20 localidades, entrevistámos mais de 50 pessoas, tivemos o apoio da Escola Superior de Educação de Coimbra, subimos à serra, fomos às salinas na figueira... Conseguimos os filmes do José Madeira, com imagens dos arrozais e do mondeguinho há 40 anos...etc, etc e etc... E os apoios não vieram... Um filme orçamentado em muitos euros acabou por ficar a menos de metade...Com muito esforço pessoal do produtor ; APD-PPM, Asssociação de Projecto e Desenvolvimento do Parque Patrimonial do Mondego, e do Realizador. Para nós o software tinha bugs...
Mas acabou por ficar uma amostra de 8 minutos, um esboço do que poderá ser um documento tão importante como este; a história de um rio feito de pessoas, que lá viveram e trabalharam durante anos; ... Mondego - Software Liquido...
Mondego - Software Liquido from Tiago Pereira on Vimeo.
As filmagens do presente filme tiveram início no dia 8 de Julho de 2008. Até à presente data foram efectuadas as seguintes recolhas:
Junta de Freguesia da Almedina
D. Belmira – Lavadeira
Ribeira de Frades
D. Conceição Alves – Trabalhava nos campos de milho e ainda ajudava o marido com a barca
Santa Clara
Sr. Fernando Reis (Ninito) – contou histórias ligadas ao rio;
Figueira da Foz (Salinas)
Sr. Manuel de Oliveira – Quintaneiro
Sr. Olípio – proprietário de umas salinas (herdadas do pai)
Meas
D. Maria da Encarnação Lopes – trabalhou nos campos de arroz
D. Guilhermina - trabalhou nos campos de arroz
Ereira
Sr. José Couto – Pescador
Caneiro
Sr. Reis – barqueiro
D. Nazaré Reis – Lavadeira
D. Iva – Lavadeira
Rebordosa
Sr. Nelson – Barqueiro
Sr. Maximino Padilha de Oliveira – Barqueiro (Tinha uma barca e um barco de carga)
Ferradosa
Sr. Júlio dos Santos Diniz (Ti Júlio Miáu) – Carefete
Ponte de Penacova
Sr. Alípio Pinéu – Barqueiro (teve uma barca)
Sr. Jaime Ferreira - Pescador
Sr. Américo – Moleiro (herdou o moinho do pai)
D. Maria da Lé – Lavadeira
D. Beatriz Jesus de Almeida – Lavadeira
Pereira do Campo
Grupo de Gaiteiros “Os Amigos” de Arzila (nomes a fornecer posteriormente)
D. Maria da Conceição – Lavadeira
D. Carmo Loureiro Medina – Lavadeira
Santo Varão
D. Ascensão – Lavadeira
D. Adelaide – Lavadeira
D. Maria de Lurdes - Lavadeira
Ceira
Recriação da Barrela – Rancho Folclórico de Ceira (os nomes dos participantes serão fornecidos posteriormente)
D. Preciosa – Lavadeira
Sr. António (Boiça) – Moleiro (ainda tem o moinho, o qual é explorado pelo filho); toca violino no Rancho de Ceira
Carregal do Sal (Ponte de Correlos)
D. Maria Arlinda de Jesus e Sr. Manuel Pinto da Silva – Casal que vivia junto ao rio; trabalhavam na agricultura (culturas de regadio)
Coimbra
Dr. Lousã Henriques
Tentúgal
Sr. José Craveiro – Contador de histórias
Arzila
Sr. José Torres – Construtor de barcos; agricultura de regadio na Paúl; pesca
D. Maria dos Santos Oliveira (Agante) – artesã de esteiras; apanha do arroz
D. Maria dos Santos Oliveira – artesã de esteiras; apanha do arroz
D. Conceição Oliveira – artesã de esteiras; apanha do arroz
D. Joaquina Lourenço – artesã de esteiras; apanha do arroz
Caldas de Felgueira
Sr. Raul Fernandes Lopes – Pais viveram na antiga Quinta da Barca
Felgueira Antiga
D. Rosa e D. Lurdes das Dores (mãe e filha) – agricultura
Maçainha
Sr. Franscisco João – proprietário de uma fábrica de cobertores de Papa
Sr. José Pires Pereira – proprietário de uma fábrica de lã
Fernão Joanes
Ti Zé Camilo – Pastor
D. Teresa da Fonseca Bico – trabalhou na agricultura e com o rebanho (Prima do Ti Zé)
Para além do mencionado foram realizadas filmagens em Super 8 do Rio Mondego na zona de Penacova, Carregal do Sal, Caldas de Felgueiras e Celorico da Beira.
Fundamental também será dizer, que temos na nossa posse diversos filmes antigos do Mondego, nomedamente:
• Os filmes “Arroz Negro” (premiado nacional e internacionalmente, ao nível do cinema amador) e “Nasce uma Fonte” de José Maria Pereira Madeira, entre outros relacionados com as tradições do Mondego, da década de 70. Estes filmes foram cedidos a título de empréstimo pela Sra. D. Maria de Fátima Madeira, filha do realizador, mediante autorização por escrito.
• Filmes sobre as cheias do Mondego, dos finais da década de 40.
Adicionalmente, foram efectuados diversos contactos de modo a viabilizar a realização deste filme, tais como:
Sr. Horácio Santiago – Presidente do Rancho Folclórico de Ceira
Sr. Armando Batista – Presidente da Casa do Povo de Ceira
Dr. Pedro Salvado (Castelo Branco) – autor de um livro sobre a Transumância
Dr. Alexandre Ramirez – fotografia e vídeo
Centro de Estudos 25 de Abril
GEFAC - Grupo Etnográfico e Folclórico da Associação Académica de Coimbra
Ateneu de Coimbra
Diário de Coimbra
Diversas casas de fotografia da Baixa de Coimbra
Dr. Manuel Rocha – Professor do Conservatório de Música de Coimbra, membro da “Brigada Victor Jara”
O Parque Patrimonial do Mondego convidou me a faze-lo e durante um mês e meio, recolhemos, procurámos filmes antigos, fotografias, documentos, fomos a mais de 20 localidades, entrevistámos mais de 50 pessoas, tivemos o apoio da Escola Superior de Educação de Coimbra, subimos à serra, fomos às salinas na figueira... Conseguimos os filmes do José Madeira, com imagens dos arrozais e do mondeguinho há 40 anos...etc, etc e etc... E os apoios não vieram... Um filme orçamentado em muitos euros acabou por ficar a menos de metade...Com muito esforço pessoal do produtor ; APD-PPM, Asssociação de Projecto e Desenvolvimento do Parque Patrimonial do Mondego, e do Realizador. Para nós o software tinha bugs...
Mas acabou por ficar uma amostra de 8 minutos, um esboço do que poderá ser um documento tão importante como este; a história de um rio feito de pessoas, que lá viveram e trabalharam durante anos; ... Mondego - Software Liquido...
Mondego - Software Liquido from Tiago Pereira on Vimeo.
As filmagens do presente filme tiveram início no dia 8 de Julho de 2008. Até à presente data foram efectuadas as seguintes recolhas:
Junta de Freguesia da Almedina
D. Belmira – Lavadeira
Ribeira de Frades
D. Conceição Alves – Trabalhava nos campos de milho e ainda ajudava o marido com a barca
Santa Clara
Sr. Fernando Reis (Ninito) – contou histórias ligadas ao rio;
Figueira da Foz (Salinas)
Sr. Manuel de Oliveira – Quintaneiro
Sr. Olípio – proprietário de umas salinas (herdadas do pai)
Meas
D. Maria da Encarnação Lopes – trabalhou nos campos de arroz
D. Guilhermina - trabalhou nos campos de arroz
Ereira
Sr. José Couto – Pescador
Caneiro
Sr. Reis – barqueiro
D. Nazaré Reis – Lavadeira
D. Iva – Lavadeira
Rebordosa
Sr. Nelson – Barqueiro
Sr. Maximino Padilha de Oliveira – Barqueiro (Tinha uma barca e um barco de carga)
Ferradosa
Sr. Júlio dos Santos Diniz (Ti Júlio Miáu) – Carefete
Ponte de Penacova
Sr. Alípio Pinéu – Barqueiro (teve uma barca)
Sr. Jaime Ferreira - Pescador
Sr. Américo – Moleiro (herdou o moinho do pai)
D. Maria da Lé – Lavadeira
D. Beatriz Jesus de Almeida – Lavadeira
Pereira do Campo
Grupo de Gaiteiros “Os Amigos” de Arzila (nomes a fornecer posteriormente)
D. Maria da Conceição – Lavadeira
D. Carmo Loureiro Medina – Lavadeira
Santo Varão
D. Ascensão – Lavadeira
D. Adelaide – Lavadeira
D. Maria de Lurdes - Lavadeira
Ceira
Recriação da Barrela – Rancho Folclórico de Ceira (os nomes dos participantes serão fornecidos posteriormente)
D. Preciosa – Lavadeira
Sr. António (Boiça) – Moleiro (ainda tem o moinho, o qual é explorado pelo filho); toca violino no Rancho de Ceira
Carregal do Sal (Ponte de Correlos)
D. Maria Arlinda de Jesus e Sr. Manuel Pinto da Silva – Casal que vivia junto ao rio; trabalhavam na agricultura (culturas de regadio)
Coimbra
Dr. Lousã Henriques
Tentúgal
Sr. José Craveiro – Contador de histórias
Arzila
Sr. José Torres – Construtor de barcos; agricultura de regadio na Paúl; pesca
D. Maria dos Santos Oliveira (Agante) – artesã de esteiras; apanha do arroz
D. Maria dos Santos Oliveira – artesã de esteiras; apanha do arroz
D. Conceição Oliveira – artesã de esteiras; apanha do arroz
D. Joaquina Lourenço – artesã de esteiras; apanha do arroz
Caldas de Felgueira
Sr. Raul Fernandes Lopes – Pais viveram na antiga Quinta da Barca
Felgueira Antiga
D. Rosa e D. Lurdes das Dores (mãe e filha) – agricultura
Maçainha
Sr. Franscisco João – proprietário de uma fábrica de cobertores de Papa
Sr. José Pires Pereira – proprietário de uma fábrica de lã
Fernão Joanes
Ti Zé Camilo – Pastor
D. Teresa da Fonseca Bico – trabalhou na agricultura e com o rebanho (Prima do Ti Zé)
Para além do mencionado foram realizadas filmagens em Super 8 do Rio Mondego na zona de Penacova, Carregal do Sal, Caldas de Felgueiras e Celorico da Beira.
Fundamental também será dizer, que temos na nossa posse diversos filmes antigos do Mondego, nomedamente:
• Os filmes “Arroz Negro” (premiado nacional e internacionalmente, ao nível do cinema amador) e “Nasce uma Fonte” de José Maria Pereira Madeira, entre outros relacionados com as tradições do Mondego, da década de 70. Estes filmes foram cedidos a título de empréstimo pela Sra. D. Maria de Fátima Madeira, filha do realizador, mediante autorização por escrito.
• Filmes sobre as cheias do Mondego, dos finais da década de 40.
Adicionalmente, foram efectuados diversos contactos de modo a viabilizar a realização deste filme, tais como:
Sr. Horácio Santiago – Presidente do Rancho Folclórico de Ceira
Sr. Armando Batista – Presidente da Casa do Povo de Ceira
Dr. Pedro Salvado (Castelo Branco) – autor de um livro sobre a Transumância
Dr. Alexandre Ramirez – fotografia e vídeo
Centro de Estudos 25 de Abril
GEFAC - Grupo Etnográfico e Folclórico da Associação Académica de Coimbra
Ateneu de Coimbra
Diário de Coimbra
Diversas casas de fotografia da Baixa de Coimbra
Dr. Manuel Rocha – Professor do Conservatório de Música de Coimbra, membro da “Brigada Victor Jara”
Monday, August 11, 2008
Tradição = variação
Andanças....
Um festival várias posições!
Não importa ficarmos presos ao passado vamos contar histórias do futuro por favor...
B fachada no festival...
A nova forma de contribuir para a tradição oral.
B Fachada - TOC - Tradição oral contemporânea from Tiago Pereira on Vimeo.
Um festival várias posições!
Não importa ficarmos presos ao passado vamos contar histórias do futuro por favor...
B fachada no festival...
A nova forma de contribuir para a tradição oral.
B Fachada - TOC - Tradição oral contemporânea from Tiago Pereira on Vimeo.
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